Trinta e cinco minutos de futebol e uma vida inteira de emoção. Melhor sentiu nesta segunda-feira a sensação do renascimento. Ainda com pinos, parafusos e placas no corpo, o lateral-esquerdo voltou a ser jogador de futebol 252 dias após sobreviver ao trágico acidente aéreo na Colômbia com a Chapecoense. A história do retorno no Camp Nou, entretanto, vai muito além do perÃodo de bola rolando diante do Barcelona. Com a faixa de capitão no braço, o camisa 28 foi ovacionado ao ajoelhar-se para agradecer o retorno na Catalunha, que contou com presente de Messi, holofotes divididos com Follmann e Neto, e a certeza de que tudo que aconteceu foi fruto de merecimento.
Trinta e cinco minutos de futebol e uma vida inteira de emoção. Melhor sentiu nesta segunda-feira a sensação do renascimento. Ainda com pinos, parafusos e placas no corpo, o lateral-esquerdo voltou a ser jogador de futebol 252 dias após sobreviver ao trágico acidente aéreo na Colômbia com a Chapecoense. A história do retorno no Camp Nou, entretanto, vai muito além do perÃodo de bola rolando diante do Barcelona. Com a faixa de capitão no braço, o camisa 28 foi ovacionado ao ajoelhar-se para agradecer o retorno na Catalunha, que contou com presente de Messi, holofotes divididos com Follmann e Neto, e a certeza de que tudo que aconteceu foi fruto de merecimento.
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